Juízo de Família e Menores de Fafe já entrou em funcionamento

 

O JUÍZO DE FAMÍLIA E MENORES de Fafe, criado no passado dia 1 de Janeiro, já está em funcionamento. O presidente da câmara municipal visitou as instalações.  
 
O Juízo de Família e Menores do Tribunal de Fafe, criado no dia 1 de Janeiro, já está em funcionamento.  
 
O presidente da Câmara Municipal de Fafe, Raul Cunha, visitou ontem as instalações, acompanhado pelos representantes da Ordem dos Advogados de Fafe e pelo Secretário de Justiça, Eduardo Faria.  
 
Durante a visita, Raul Cunha, reconheceu que "foi um dia importante. Faz dia 18, um ano, que estive com a ministra da Justiça a manifestei a vontade dos fafenses em reanimar o nosso tribunal. O Tribunal de Fafe, fruto da política que tinha sido seguida anteriormente, foi reduzido a uma actividade mínima e todos sentimos que não era justo, não fazia sentido que as pessoas de Fafe e das regiões à volta tivessem que tratar dos seus assuntos em Guimarães.  
 
"Desde a primeira hora, a Ordem dos Advogados, que nos ajudou neste processo e nos aconselhou a trazer para Fafe uma secção central de família e menores. Dado o volume de processos que implica e dadas as características particulares desta problemática, fazia todo o sentido estarem em melhores condições, serem atendidos com maior proximidade e foi essa vontade que manifestei à ministra que acolheu muito bem o nosso desejo de reaproximar a justiça dos cidadãos".  
 
Segundo Raul Cunha, "o passo seguinte é que melhoremos as condições do espaço, um investimento volumoso que já está a ser programado e que é fundamental."  
 
Este Juízo de Família e Menores vai ter como área de competência territorial os Municípios de Fafe, Cabeceiras de Basto e Celorico de Basto, abrangendo uma população de cerca de 90 mil pessoas. Até então, o Tribunal de Guimarães era quem detinha a área geográfica de Fafe na resolução deste tipo de questões.  
 
Recorde-se que recentemente a Câmara Municipal realizou obras de requalificação no Tribunal de Fafe, melhorando as acessibilidades do edifício e preparando o espaço para a recepção deste novo serviço.  

05-01-2017 Correio do Minho

29/03/2017 21:53:25