Governo adia multas às empresas sem Livro de Reclamações Eletrónico. Esta e outras notícias nos jornais nacionais

Governo adia multas às empresas sem Livro de Reclamações Eletrónico. Esta e outras notícias nos jornais nacionais


Dos jornais aos sites, passando pelas rádios e televisões, leia as notícias que vão marcar o dia.



O fim do prazo de adesão ao livro de reclamações eletrónico marca o dia, mas o Governo concedeu tolerância às empresas e não irá aplicar já multas. O valor das indemnizações de acidentes com carros sem seguro disparou, enquanto a reutilização de manuais escolares é vista como “dever civilizacional” pelo secretário de Estado da Educação, João Costa. Ainda nas notícias voltam a estar presentes a fiscalização da IGF ao Banco de Portugal e o corte nos juros pagos pela Caixa Geral de Depósitos.

Empresas sem livro de reclamações não vão ser multadas, para já

O prazo para as empresas de restauração e hotelaria aderirem ao Livro de Reclamações Eletrónico terminou este domingo. Depois de a AHRESP – Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal ter alertado para “muitas dificuldades no acesso ao site e à linha telefónica”, o Governo concedeu uma tolerância às empresas, que irá permitir evitar coimas que podem chegar aos 15 mil euros. Leia a notícia completa no

Jornal de Notícias (link indisponível).

12 acidentes por dia de carros sem seguro

Foram participados 1.100 acidentes com carros sem seguro, ao Fundo de Garantia Automóvel, no primeiro trimestre. Foram 12 ocorrências por dia, que geraram o pagamento de 4,6 milhões de euros por dia. Por um lado, houve uma diminuição de 6% em relação aos 1.168 acidentes que envolveram automóveis sem seguro no primeiro trimestre de 2018. Mas, por outro, o montante pago em indemnizações disparou 70%. Leia a notícia completa no Correio da Manhã (acesso livre).

Reutilização de manuais escolares é “dever civilizacional”

O secretário de Estado da Educação, João Costa, acredita que a reutilização de manuais escolares é um dever civilizacional equiparável à separação e reciclagem de lixo. “ A reutilização de manuais é um dever civilizacional. É como separar o lixo e reciclar”, diz o governante, depois de um recente levantamento do Tribunal de Contas ter revelado que em pouco mais de 600 escolas apenas 3,9% dos manuais escolares foram reaproveitados. Leia a notícia completa no I (link indisponível).

IGF insinua que Banco de Portugal tem falta de cultura democrática

Vítor Braz, inspetor-geral das Finanças, tomou uma posição sobre a fiscalização da Inspeção-Geral de Finanças (IGF) ao Banco de Portugal, que tem sido um dos pontos de discórdia na proposta de reforma da supervisão financeira. Na abertura da conferência que assinalou os 89 anos de IGF, terá insinuado que o organismo liderado por Carlos Costa tem falta de cultura democrática, sublinhando que as instituições “devem estar todas sujeitas a adequados modelos de controlo e de supervisão”. Leia a notícia completa no

Jornal de Negócios (acesso pago).

Caixa “empurra” reformados para produtos com maior risco

A Caixa Geral de Depósitos (CGD) cortou os juros dos depósitos a prazo e vai deixar de pagar juros inferiores a um euro a todos os depositantes, numa decisão que afeta principalmente pequenos aforradores e reformados. A estes grupos o banco propõe que passem a integrar contas pacote (que têm custos fixos) ou que aloquem o montante que têm em depósitos para fundos fundos de investimentos, planos de poupança reforma ou seguros de capitalização (que são produtos com maior risco). Leia a notícia completa no

Público (acesso condicionado).

22/08/2019 06:55:01