AR lamenta morte de Castro Caldas. "Grande intelecto e vasta cultura"

AR lamenta morte de Castro Caldas. "Grande intelecto e vasta cultura"


A Assembleia da República aprovou hoje, por unanimidade, um voto de pesar pela morte do antigo deputado e ministro da Defesa Júlio Castro Caldas, que "deixou uma marca de grande intelecto e vasta cultura".



N a sessão plenária de hoje do parlamento foi igualmente aprovado por unanimidade um voto de pesar, neste caso apresentado pelo PS, pela morte do encenador, arquiteto e historiador Norberto Barroca.

O voto de pesar pela morte de Júlio Castro Caldas foi apresentado pelo presidente da Assembleia da República, Eduardo Ferro Rodrigues.

O antigo ministro da Defesa no Governo de António Guterres e ex-deputado eleito pelo PSD entre 1979 e 1983 morreu no sábado, aos 76 anos.

"Como membro do Governo, deputado ou advogado, Júlio Castro Caldas deixou uma marca de grande intelecto e vasta cultura, bem como de afabilidade no trato", enaltece o voto aprovado.

Castro Caldas foi ministro da Defesa no segundo Governo de António Guterres entre 1999 e 2001 e bastonário da Ordem dos Advogados portugueses em dois mandatos, de 1993 a 1999.

O antigo governante foi um dos sócios fundadores da CLA - Advogados e ainda, no â mbito da advocacia, presidente da Federation dês Barreaux d''Europe (1997-1999), vogal-tesoureiro do Conselho Geral da Ordem dos Advogados (1983/1985) e vogal do Conselho Distrital da Ordem dos Advogados (1977/1980).

Entre novembro de 2001 e 2012, desempenhou funções como vogal do Conselho Superior do Ministério Público.

O ex-ministro da Defesa fundou também a associação SEDES e a Sociedade Portuguesa de Arbitragem.

22/01/2020 16:39:54