APPACDM de Soure distinguida com o Prémio Angelo d'Almeida Ribeiro 2025

APPACDM de Soure distinguida com o Prémio Angelo d'Almeida Ribeiro 2025

No passado dia 12 de Dezembro, a Ordem dos Advogados, em conjunto com a sua Comissão dos Direitos Humanos (CDHOA), entregou o "Prémio Angelo d'Almeida Ribeiro" 2025, à Associação Portuguesa de Pais e Amigos do Cidadão Deficiente Mental (APPACDM) de Soure.

Esta distinção inseriu-se na Sessão Comemorativa do 77º Aniversário da Declaração Universal dos Direitos Humanos, que foi presidida pelo Bastonário da Ordem dos Advogados, João Massano.

Recebeu o prémio em nome da APPACDM de Soure, a Presidente da Direção, Cidália Neves.

 

A cerimónia contou com a presença do Presidente da CDHOA, Basílio Horta, e de vários membros da CDHOA, do Conselho Geral, do Conselho Superior e de Supervisão, entre outros convidados institucionais, como o Senhor Procurador Geral da República, Amadeu Guerra e o Senhor Vice-Presidente do Conselho Superior da Magistratura, Juiz Conselheiro Luís Azevedo Mendes. Estiveram ainda presentes os familiares do Senhor Bastonário Angelo d'Almeida Ribeiro, entre os quais o filho, Angelo d'Almeida Ribeiro (Filho) e a neta Mariana d'Almeida Ribeiro.

O momento musical esteve a cargo do Sintra Estúdio de Ópera, com os solistas Nelson Figueira e Helena Pereira, no violino, Eurico Cardoso, na viola e Adriana Gonçalves, no violoncelo. Interpretaram as obras Suite Orquestral n.º 3, BWV 1068, .Aria, de Johann Sebastian Bach e Quarteto de Cordas n.º 3 em Sol maior, KV 156, I Presto, II Adagio e III Tempo di minuetto, de Wolfgang Amadeus Mozart.

 

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Sobre a associação premiada

 

APPACDM de Soure

Associação Portuguesa de Pais e Amigos do Cidadão Deficiente Mental foi fundada em 2 de Fevereiro de 1962, resultado do esforço de duas mulheres: Dra. Alice de Melo Tavares, médica pedopsiquiatra e Sheila Stiwell, mãe de uma criança mongolóide. Posteriormente, outras mães de crianças mongolóides associaram-se à causa dando origem à primeira designação desta Instituição – Associação Portuguesa de Crianças Mongolóides.

Em 1964 a denominação desta Instituição foi substituída por Associação Portuguesa de Pais e Amigos das Crianças Diminuídas Mentais e mais tarde para Associação Portuguesa de Pais e Amigos do Cidadão Deficiente Mental.

Esta Associação, tal como consta do Art. 1o, alíneas 2ª e 3ª dos seus Estatutos, é uma Instituição Privada de Solidariedade Social (IPSS) sem fins lucrativos, que se destina à defesa e promoção dos direitos do Cidadão Deficiente Mental nas áreas da educação, trabalho, segurança social e saúde, segundo uma planificação integrada de serviços de apoio que vão desde a infância até à idade adulta.

A constante necessidade de resposta para os casos/situações que foram surgindo, levou na década de 80 à criação de várias Delegações e Sub-Delegações com diversos Centros. Actualmente existem 24 Delegações com um total de 103 Centros Educacionais e 24 lares residenciais espalhados pelo país.

Em Novembro de 1982, surge integrado na Delegação Distrital de Coimbra, o Centro Educacional de Condeixa-a-Nova.

Em Janeiro de 1992, este último constitui-se como uma Delegação autónoma possuindo uma extensão – O Centro Educacional de Soure.

O Centro Educacional de Soure iniciou o processo de autonomização em meados do ano de 2001, tendo-se constituído como Delegação autónoma somente em 11 de Maio de 2002. Surge assim a APPACDM de Soure.

 

As atividades da APPACDM de Soure e mais informação em https://appacdmsoure.pt/

07/03/2026 05:57:26