55º Aniversário da Declaração Universal dos Direitos do Homem - Prémio Ângelo d'Almeida Ribeiro 2003

No dia 10 de Dezembro, realizou-se a Sessão Comemorativa do 55º aniversário da Declaração Universal dos Direitos do Homem, durante a qual foi entregue o Prémio Ângelo D' Almeida Ribeiro do ano de 2003 à “Obra do Padre Américo” também conhecida por "Obra da Rua". O evento teve lugar no auditório do Conselho Distrital do Porto.

A cerimónia foi organizada pela Comissão dos Direitos Humanos da Ordem dos Advogados (CDHOA) e pela "Direito e Justiça" - a Secção Portuguesa da Comissão Internacional de Juristas.

A sessão foi aberta pelo Bastonário e Presidente da CDHOA, José Miguel Júdice. De seguida usou da palavra, em representação de "Direito e Justiça", Henrique Carvalho. A sessão foi encerrada pelo Bastonário Augusto Lopes Cardoso.

O prémio Ângelo D'Almeida Ribeiro para 2003 foi entregue ao Padre Acílio da Cruz Fernandes, Director da Obra da Rua, Casa do Gaiato. Durante o dia, a CDHOA e "Direito e Justiça" visitaram a Obra do Padre Américo.

 

 

 


Mensagem da CDHOA

No próximo dia 10 de Dezembro, pelas 21h realiza-se a Sessão Comemorativa da Declaração dos Direitos do Homem, durante a qual como habitualmente será entregue o Prémio Bastonário Ângelo de Almeida Ribeiro do ano de 2003 à “OBRA DA RUA”, também conhecida por “OBRA DO PADRE AMÉRICO”.

Desta forma, a Comissão dos Direitos Humanos da Ordem dos Advogados procura homenagear e reconhecer publicamente o mérito de um trabalho nascido da visão do Padre Américo.

Ao longo de várias décadas, tornou-se possível o alcance de um ambiente humano para centenas de jovens desamparados das suas famílias, através da criação das “CASAS DO GAIATO”, nas quais se consagra como princípio orientador da vida o exercício responsável da liberdade para todos aqueles que beneficiam do seu auxílio aqui e além mar nos países africanos de língua oficial portuguesa.

Igualmente, foi considerada a importância do “PATRIMÓNIO DOS POBRES”, onde a realização do objectivo social do alojamento dos mais carenciados economicamente, se materializa através da oferta de habitação condigna a cidadãos excluídos do seu meio social.

Por fim, no campo da saúde, não pode ser esquecido o papel da “OBRA DA RUA”, que tem velado por aqueles que no seu estado de doença incurável são abandonados e neste espaço encontram o conforto, o carinho e o apoio necessário ao acompanhamento da sua solidão e sofrimento.

Com o nosso gesto, demonstramos o reconhecimento pela solidariedade social activa da “OBRA DA RUA”, que simboliza o espírito dos seres livres que combatem a indiferença e a exclusão.

José Miguel Júdice
Presidente da CDHOA

 

 

 

 


Bujos - Miranda do Corvo

A primeira casa da obra do Padre Américo foi fundada a 07 de Janeiro de 1940

26/03/2021 02:30:54